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Sete erros que não podemos cometer na família

Atualizado: 25 de mai. de 2021





Gn. 25.27,28

27Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas. 28Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó.


Introdução

Quais são os erros que podem comprometer a nossa família?

Quais são as consequências que os nossos erros podem gerar para a nossa família?


Comentário

Neste artigo vamos examinar:


Os erros que familiares podem cometer com seus filhos.

As consequências que os nossos erros podem gerar para a nossa família.

As lições que podemos aprender com os erros da família de Isaque.


Os maiores problemas na família são gerados por pequenos erros que cometemos.

A família de Isaque cometeu sucessão de erros que geraram grandes transtornos.

Estes são os erros que não podemos cometer:


1. Ter preferência por filhos.

O texto bíblico nos mostra que:


A. Você pode ter preferência por um filho por questão de interesse (Gn. 25.28).


Isaque amava a Esaú por causa da comida que seu filho preparava para ele.

“28Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó”.


B. Você pode ter preferência por um filho por uma questão pessoal (Gn. 25.23,27,28).


Rebeca preferia Jacó talvez por ter sido mais presente e por ter sido o filho escolhido por Deus.

"23Disse-lhe o Senhor: “Duas nações estão em seu ventre; já desde as suas entranhas dois povos se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo”.


27Os meninos cresceram. Esaú tornou-se caçador habilidoso e vivia percorrendo os campos, ao passo que Jacó cuidava do rebanho e vivia nas tendas.


“28Isaque preferia Esaú, porque gostava de comer de suas caças; Rebeca preferia Jacó”.



2. Desprezar o seu direito na família (Gn. 25.29-34).

A Escritura nos mostra em que contexto podemos desprezar a nossa posição em nossa família.


A. Às vezes desprezamos a nossa posição em nossa família por causa de uma necessidade (29).


Esaú renunciou ao seu direito de primogenitura por estar faminto.

29Certa vez, quando Jacó preparava um ensopado, Esaú chegou faminto, voltando do campo, 30e pediu-lhe: “Dê-me um pouco desse ensopado vermelho aí. Estou faminto!” Por isso também foi chamado Edom.


Algumas pessoas não valorizam a sua posição de pai ou de mãe ou de filho porque dão mais importância as suas necessidades.


B. Às vezes desprezamos a nossa posição em nossa família quando recebemos uma proposta (31).


Esaú recebeu uma proposta de Jacó para ter o que queria.

31Respondeu-lhe Jacó: “Venda-me primeiro o seu direito de filho mais velho”.


C. Às vezes desprezamos a nossa posição na família por valorizarmos mais as necessidades passageiras (32).


Esaú valorizou mais a sua situação do momento do que o seu direito de primogenitura.

32Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura?


D. Às vezes desprezamos a nossa posição na família por insistência de terceiros (33).


Jacó insistiu em Esaú vender o seu direito de primogenitura.

33Jacó, porém, insistiu: “Jure primeiro”. Ele fez um juramento, vendendo o seu direito de filho mais velho a Jacó.



3. Entrar num jugo desigual casando-se com uma pessoa pagã.

A escolha de Esaú nos ensina verdades importantes:


A. Evite casar com alguém que tenha fé, cultura e valores diferentes da sua família (Gn. 26.34).


Esaú se casou com duas mulheres que tinham fé, cultura e valores diferentes de sua família.


34Tinha Esaú quarenta anos de idade quando escolheu por mulher a Judite, filha de Beeri, o hitita, e também a Basemate, filha de Elom, o hitita.


B. Evite casar com alguém que não estão dentro dos padrões das Escrituras para não amargurar os seus pais (35).


As mulheres de Esaú trouxeram amargura para Isaque e Rebeca.

35Elas amarguraram a vida de Isaque e de Rebeca.



4. Obrigar o seu filho a cometer um erro.

A palavra de Deus vai nos mostrar que:


Não podemos obrigar o nosso familiar cometer um erro por causa de uma decisão tomada por um membro da família (Gn. 27.1-3).


Rebeca obrigou Jacó a errar porque tomou conhecimento da decisão de Isaque de abençoar Esaú depois que ele preparasse uma comida saborosa para ele.


1Tendo Isaque envelhecido, seus olhos ficaram tão fracos que ele já não podia enxergar. Certo dia chamou Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: “Meu filho!”

Ele respondeu: “Estou aqui”.

2Disse-lhe Isaque: “Já estou velho e não sei o dia da minha morte. 3Pegue agora suas armas, o arco e a aljava, e vá ao campo caçar alguma coisa para mim. 4Prepare-me aquela comida saborosa que tanto aprecio e traga-me, para que eu a coma e o abençoe antes de morrer”.

5Ora, Rebeca estava ouvindo o que Isaque dizia a seu filho Esaú. Quando Esaú saiu ao campo para caçar, 6Rebeca disse a seu filho Jacó: “Ouvi seu pai dizer a seu irmão Esaú: 7‘Traga-me alguma caça e prepare-me aquela comida saborosa, para que eu a coma e o abençoe na presença do Senhor antes de morrer’.


Não podemos obrigar o nosso familiar cometer um erro mesmo que seja por um bom motivo (Gn. 27.8-10).


Rebeca obrigou Jacó a errar para ser abençoado pelo pai.


8Agora, meu filho, ouça bem e faça o que lhe ordeno: 9Vá ao rebanho e traga-me dois cabritos escolhidos, para que eu prepare uma comida saborosa para seu pai, como ele aprecia. 10Leve-a então a seu pai, para que ele a coma e o abençoe antes de morrer”.


Não podemos obrigar o nosso familiar cometer um erro, pois vamos deixá-lo preocupado (11).


Jacó expos a sua mãe uma situação que o preocupava.


11Disse Jacó a Rebeca, sua mãe: “Mas o meu irmão Esaú é homem peludo, e eu tenho a pele lisa.


Não podemos obrigar o nosso familiar cometer um erro, pois vamos deixá-lo com medo das consequências (12).


Jacó comentou com sua mãe os problemas que poderia passar ao enganar o seu pai.


12E se meu pai me apalpar? Vai parecer que estou tentando enganá-lo, fazendo-o de tolo e, em vez de bênção, trarei sobre mim maldição”.


Não podemos obrigar o nosso familiar cometer um erro mesmo que afirmemos que vamos assumir as consequências do erro.


Rebeca procurou convencer Jacó a cometer o erro disse que assumirias as consequências do erro.


13Disse-lhe sua mãe: “Caia sobre mim a maldição, meu filho. Faça apenas o que eu digo: Vá e traga-os para mim”.


5. Enganar o seu familiar (Gn. 27.18-25).

Encontramos cinco razões para não enganarmos nossos familiares.


O familiar pode desconfiar (Gn. 27.18-23).


Isaque desconfiou de Jacó, pois achou que achou que a caça foi rápida, quis apalpar seu filho e percebeu que a voz era de Jacó.


18Ele se dirigiu ao pai e disse: “Meu pai”.

Respondeu ele: “Sim, meu filho. Quem é você?”

19Jacó disse a seu pai: “Sou Esaú, seu filho mais velho. Fiz como o senhor me disse. Agora, assente-se e coma do que cacei para que me abençoe”.

20Isaque perguntou ao filho: “Como encontrou a caça tão depressa, meu filho?”

Ele respondeu: “O Senhor, o seu Deus, a colocou no meu caminho”.

21Então Isaque disse a Jacó: “Chegue mais perto, meu filho, para que eu possa apalpá-lo e saber se você é realmente meu filho Esaú”.

22Jacó aproximou-se do seu pai, Isaque, que o apalpou e disse: “A voz é de Jacó, mas os braços são de Esaú”. 23Não o reconheceu, pois seus braços estavam peludos como os de Esaú, seu irmão; e o abençoou.


O familiar pode ser levado a fazer o que é certo de forma errada (Gn. 27.26-27).